rachadura em prédio de Osasco
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Prédio é interditado em Osasco por risco de desabamento e Leandro Fogaça comenta importância de contratação de empresas referência em engenharia

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Foi interditado na noite de terça-feira, 10, pela Defesa Civil de Osasco, o condomínio residencial das Oliveiras. O prédio está localizado na rua Achiles Beline, no jardim Padroeira, zona sul de Osasco e abriga mais de 130 famílias.

De acordo com a reportagem transmitida pela emissora Record, no prédio havia muitas rachaduras e dilatação das vigas, o que fez com que os próprios moradores chamassem a defesa civil para vistoriar.

Segundo a Defesa Civil, o edifício apresenta problemas na estrutura do imóvel e corre perigo de desabamento.

documento defesa civil

O prédio com apartamentos de 42m² foi entregue em 2017. A construtora responsável pela construção faliu.

Durante a reportagem, uma moradora citou que o condomínio já foi entregue com problemas estruturais.

Contratação de empresas referência e Seguro de Obras

Sobre o ocorrido, o presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Osasco, Leandro Azeredo Fogaça, ressaltou a importância da contratação de empresas que sejam referências no ramo e do Seguro de Risco de Engenharia.

“Como ação protetiva é de extrema importância a contratação de uma empresa referência do ramo de Engenharia Civil. O ocorrido também mostrou que sinistros não se limitam a acontecer somente no período em que a obra é executada, mas também podem acontecer anos depois de sua conclusão. Por este motivo, é de grande relevância ressaltar a importância o Seguro de Risco de Engenharia ou Seguro de Obras, como é popularmente conhecido”, destacou Leandro Fogaça.

“Empresas que são referência em engenharia, dão mais segurança, não apenas aos moradores do local, mas a toda a população em volta da construção. No caso do Seguro, esse instrumento precisa ser adotado não apenas como uma exigência, mas como uma ferramenta de trabalho, pois garante ao segurado a cobertura em caso de danos materiais causados quando a obra ainda não foi finalizada; danos morais, materiais e corporais causados a terceiros; indenização para danos a terceiros; além de cobrir gastos com honorários de advogados”, finalizou o presidente da AEAO.

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