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Demanda por arquitetos e urbanistas cresce 13% em 2017

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O mercado de reformas para arquitetos e urbanistas cresceu 13% no ano passado, de acordo com o Anuário de Arquitetura e Urbanismo, publicado pelo CAU/BR (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil).

Em 2017, quase 112 mil execuções de obras e projetos de reformas foram realizadas por esses profissionais. Além disso, o crescimento dessa demanda resultou na alta de 7% no mercado de Arquitetura e Urbanismo do estado de São Paulo, onde um terço dos arquitetos e urbanistas está concentrado.

Segundo avaliação do CAU/BR, a Norma de Reformas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) é um dos motivos para esse resultado positivo. Ela determina que moradores de condomínios apresentem autorização do proprietário e laudos técnicos assinados por engenheiro, arquiteto e urbanista antes de iniciar qualquer obra.

Para o presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Osasco (AEAO), Leandro Fogaça, a regulamentação da lei federal que assegura para famílias de baixa renda assistência pública e gratuita para projeto e construção de habitação de interesse social vai contribuir para esse crescimento. “Estamos buscando caminhos para regulamentar essa lei em Osasco. A partir dela, além de oferecer serviço de qualidade à população de baixa renda, a busca por arquitetos e urbanistas vai aumentar e consequentemente impulsionar a geração de emprego”.

Ainda de acordo com o Anuário, mais de 10 mil novos arquitetos e urbanistas entraram no mercado, em 2017. “Diante desse cenário de crescimento, continuamos investindo na qualificação desses novos profissionais através de cursos, palestras e outras atividades”, afirma Fogaça.

Para o presidente, investir na capacitação desses profissionais é um meio de colaborar não apenas para o crescimento do mercado de Arquitetura e Urbanismo e da Engenharia como um todo, mas também é importante para o bem-estar e segurança da população. “Podemos e devemos colaborar para a construção de um ambiente que favoreça o desenvolvimento sustentável, a inclusão e justiça social a fim de fortalecer nossa classe e trazer benefício à população”, finaliza.

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